Desde o início do processo de concessão dos aeroportos da Rede Infraero à iniciativa privada, o Sina promoveu discussões e comissões, junto aos aeroportuários, para mediar os impactos da medida.

O sindicato atuou, ativamente, em todos os processos envolvendo os empregados da Infraero oriundos dos aeroportos concedidos. E não poderia ser diferente em relação aos aeroportuários da Pampulha.

Nesse aspecto, embora o cenário político atual – muito claro para todos – seja bem diferente das concessões anteriores, o sindicato vem acompanhando todos os passos e atuando fortemente junto à Infraero na busca de soluções que impactem ao mínimo a vida dos trabalhadores atingidos, sobretudo no que se refere à discussão de adequação do efetivo por meio de transferências que deverá seguir o critério de disponibilidade de vagas, bem como o interesse dos empregados envolvidos.

Em paralelo, o Sina também tem mantido contato com autoridades externas na tentativa de buscar apoio que resulte, em última análise, na flexibilização das duras regras criadas no último ano pelo governo federal quanto às cessões dos empregados a outros órgãos públicos, as quais praticamente impossibilitam a migração.

Ainda deve ser ressaltado que a mão-de-obra da Infraero agregada nos processos anteriores, mediante cessão, aos quadros de diversas entidades federais, é de reconhecido valor técnico e tem somado em muito na qualidade de prestação dos diversos serviços dessas entidades, de modo que é imprescindível manter ativos esses profissionais, sem falar no aspecto social de manutenção do emprego que cerca a questão.

Portanto, seja nas equipes avançadas, seja em ações estratégicas, este sindicato continuará se empenhando e envidando todos os seus esforços para auxiliar no encontro da melhor solução possível aos atingidos pelo processo de concessão.