O presidente do Sina, Francisco Lemos, têm conversado sobre o tema com outras entidades sindicais, técnicos da Unicamp e Ministério Público do Trabalho, discutindo uma regulamentação para o trabalho em casa. Isso porquê, as administradoras de aeroportos pública (Infraero) e privadas já declararam que irão incentivar esta prática por conta da economia feita com a ausência dos trabalhadores nas dependências físicas das empresas.


Porém, há um atrelamento pessoal do trabalhador na infraestrutura operacional das empresas, haja vista que, o desgaste de equipamento, internet e manutenção geral do seu posto de trabalho, que é custeado pelo próprio empregado.


Também é importante mencionar que a ausência desse trabalhador no âmbito da empresa poderá comprometê-lo de forma negativa em sua carreira profissional, pois, “quem não é visto não é lembrado para ser promovido”.


Segundo Lemos, “o sindicato não é contra o trabalho em casa, mas é preciso regulamenta-lo e já mando um recado para as empresas que as coisas não serão conduzidas nesse sentido do jeito que alguns gestores estão achando”, comentou o presidente do Sina, finalizando: “o buraco é mais em baixo…”.

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