No cenário em que se encontra a Infraero podemos dizer que: criaturas que se dizem celestiais anunciam o céu. Demônios dissimulados confirmam o anúncio, porém o estágio avançado em que a categoria se encontra num verdadeiro purgatório é nítido, perceptível e latente.

Existe um conflito de interesses escusos e mal divulgados na equipe do governo Federal, atualmente, em relação às futuras concessões e privatizações de ativos da União. O descaramento chega beirar atitudes históricas tomadas pelos mais facínoras gestores da sociedade humana em suas trajetórias disfarçadas de governo. Um bom exemplo disso ocorreu nos últimos dias, quando foi anunciado pelo atual governo a venda de uma carteira do Banco do Brasil, avaliada em R$ 3 bilhões, por apenas R$ 240 milhões, sem licitação alguma ou qualquer outro modelo de concorrência, para um banco privado que tem vínculo direto com o atual ministro da Economia, o senhor Paulo Guedes. Daí perguntamos: aonde está a Polícia Federal, o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União diante de tais fatos.

O futuro da Infraero hoje depende mais da briga entre chacais, abutres e hienas que, graças ao mínimo de interferência divina, estão brigando entre si.

Também foi enviado pela sede da empresa para as bases um modelo de escalas a serem discutidas pelos superintendentes com seus subordinados e aplicados somente em tempos da pandemia, isso significa que, quando passar o processo, a discussão de escala voltará aos padrões normais.

O Sina informa aos senhores gestores e subordinados que, em nenhum momento foi discutido com esse sindicato o tal pacote de modelos de escalas e, portanto, nada poderá ser imposto.

A sede da Infraero informou ao sindicato nesta semana que enviou o pacote de sugestões com a intenção de colaborar com a gestão local para uma otimização dos horários que foram alterados por conta da diminuição da demanda da malha aérea e, consequentemente, de todas as atividades operacionais, comerciais, de segurança e navegação aérea nos aeródromos da administradora estatal. O sindicato está acompanhando e orientando aos seus dirigentes que façam as discussões locais com as bases e os superintendentes e, se caso for necessário, enviem também sugestões para a sede da empresa. O presidente do Sina, Francisco Lemos, comenta nesta matéria em vídeo, um resumo do que o sindicato avalia em relação à esses dois temas.